São várias as medidas implementadas pelo Município de Albufeira com vista a aumentar a eficiência energética e reduzir as emissões de CO2 no concelho, das quais destacamos a instalação de sistemas solares fotovoltaicos em vários edifícios municipais, escolas e equipamentos desportivos, passando pelo reforço da frota municipal com veículos elétricos e instalação dos respetivos postos de carregamento de acesso público, bem como a substituição da iluminação pública e de diversos equipamentos por tecnologia LED. 

Mas o grande sonho de José Carlos Rolo não se fica por aqui “passa por futuramente dotar a rede de transportes públicos do concelho (GIRO) de autocarros movidos a energia não poluente”, o que para já ainda não é possível. “A eficiência energética e a sustentabilidade ambiental são um investimento no futuro e o Município de Albufeira está bem ciente da sua importância”, afirma o presidente da Câmara Municipal de Albufeira.
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Foram aprovadas, por unanimidade, em Reunião de Câmara, duas propostas de início de procedimentos para alterações ao Plano Diretor Municipal de Loulé (PDM), numa altura em que este instrumento estratégico de gestão do ordenamento do território para o concelho se encontra ainda em fase de revisão.

A mais “substancial” das duas propostas aprovadas passa por dar início a um procedimento de alteração regulamentar do PDM que tem por objetivo dar uma resposta “positiva e atempada” à necessidade de desenvolvimento e instalação de projetos estratégicos para o concelho, visando admitir, a título excecional, a construção e ampliação quer de infraestruturas, quer de equipamentos coletivos de iniciativa pública e/ou privada, de inequívoco interesse público, como tal reconhecido pela Assembleia Municipal, e que desejavelmente não devam localizar-se em solo urbano, ou mesmo em que se justifique o afastamento da respetiva localização de zonas urbanas. (…)

A outra proposta aprovada trata de dar início ao procedimento de alteração por adaptação do PDM aos PEOTs ( Planos Especiais de Ordenamento do Território ), e diz respeito à necessidade de transpor as normas que estabelecem ações permitidas, condicionadas ou interditas, relativas à ocupação, uso e transformação do solo, dos planos especiais de ordenamento  do território com incidência no município de Loulé: Plano de Ordenamento do Parque Natural da Ria Formosa (POPNRF) e os Planos de Ordenamento da Orla Costeira (POOC) Vilamoura-Vila Real de Santo António e Burgau-Vilamoura.
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As antas e os sítios arqueológicos da freguesia do Ameixial, no concelho de Loulé, estão a ser alvo de trabalhos de valorização promovidos pelo Município de Loulé. Este projeto, que já se encontra a decorrer, pretende reforçar a singularidade da Serra e do interior do Algarve, e encontra-se integrado na estratégia da Autarquia para a valorização e divulgação dos recursos culturais deste concelho, através do seu património cultural.

Já arrancou no terreno a empreitada de requalificação do Mercado Municipal de Moncarapacho, um investimento municipal de 277.500 euros. A intervenção surge no seguimento do esforço de melhoria do espaço público que tem vindo a ser desenvolvido pela autarquia em todo o concelho, em particular nas vias, acessibilidades e infraestruturas.

Uma das zonas verdes mais emblemáticas de Albufeira, o Jardim de Montechoro, ao cimo da Avenida Sá Carneiro, está prestes a entrar em obras, com vista à sua total recuperação. Prevê-se que a intervenção, no valor aproximado de 300 mil euros, fique concluída até ao final do ano. A intervenção irá incidir essencialmente sobre o lago, que irá ser dotado de efeitos de grande impacto visual, melhoramento das acessibilidades, plantação de novas espécies vegetais, substituição do pavimento e colocação de novo equipamento urbano, incluindo a iluminação.

O presidente da Câmara Municipal de Albufeira refere que o Jardim de Montechoro “faz parte da identidade de uma das principais zonas turísticas da cidade e das memórias de várias gerações de albufeirenses, que ao longo dos anos escolheram o local para marcar um dos dias mais importantes das suas vidas, nomeadamente como cenário privilegiado para as mais bonitas fotos de casamento”. A obra, uma vez concluída, irá contribuir para a melhoria da qualidade de vida da população, que desta forma recupera um espaço icónico de lazer e convívio, agora com a vantagem de ser um jardim totalmente inclusivo, cumprindo todas as regras atualmente definidas pela legislação em vigor em matéria de mobilidade, defende José Carlos Rolo. “Para além disso, é a imagem da cidade que sai a ganhar, com um espaço totalmente reabilitado, sendo de destacar que na execução do projeto houve uma enorme preocupação em manter a coesão da malha urbana existente, mais concretamente ao nível dos edifícios e da paisagem envolvente”, acrescenta.
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Intervenção adjudicada à empresa Martins Gago & Filhos tem um custo global de 736.430,60 euros e um prazo de execução de 270 dias. Segue-se adjudicação da requalificação da Mata do Liceu, a aguardar visto do Tribunal de Contas.

O Município de Faro assinou contrato de adjudicação da empreitada de requalificação da Alameda João de Deus, estando os trabalhos para arrancar a todo o momento. A intervenção foi adjudicada à empresa Martins Gago & Filhos, Lda., pelo montante global de 736.430,60 euros e tem um prazo de execução de 270 dias.
A requalificação daquele que é o maior e mais antigo jardim público da cidade de Faro, construído no final do século XIX, pretende melhorar o pavimento e os percursos de circulação pedonal, rearborizar e replantar espécies em mau estado ou perdidas, melhorar a iluminação, edificar novas casas de banho e áreas de serviço públicas e a montagem de mobiliário urbano mais resistente e esteticamente apelativo. (…)

Recorde-se que, além da Alameda João de Deus, a Câmara Municipal de Faro aprovou igualmente a adjudicação da empreitada de requalificação da Mata do Liceu, pelo montante de 1.049.140,87 euros, à empresa Arquijardim, S.A. No entanto, a consignação dos trabalhos aguarda visto do Tribunal de Contas, tendo em conta que os contratos com valor superior a 950 mil euros estão sujeitos à fiscalização prévia daquele órgão.
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