As antas e os sítios arqueológicos da freguesia do Ameixial, no concelho de Loulé, estão a ser alvo de trabalhos de valorização promovidos pelo Município de Loulé. Este projeto, que já se encontra a decorrer, pretende reforçar a singularidade da Serra e do interior do Algarve, e encontra-se integrado na estratégia da Autarquia para a valorização e divulgação dos recursos culturais deste concelho, através do seu património cultural.

Já arrancou no terreno a empreitada de requalificação do Mercado Municipal de Moncarapacho, um investimento municipal de 277.500 euros. A intervenção surge no seguimento do esforço de melhoria do espaço público que tem vindo a ser desenvolvido pela autarquia em todo o concelho, em particular nas vias, acessibilidades e infraestruturas.

Uma das zonas verdes mais emblemáticas de Albufeira, o Jardim de Montechoro, ao cimo da Avenida Sá Carneiro, está prestes a entrar em obras, com vista à sua total recuperação. Prevê-se que a intervenção, no valor aproximado de 300 mil euros, fique concluída até ao final do ano. A intervenção irá incidir essencialmente sobre o lago, que irá ser dotado de efeitos de grande impacto visual, melhoramento das acessibilidades, plantação de novas espécies vegetais, substituição do pavimento e colocação de novo equipamento urbano, incluindo a iluminação.

O presidente da Câmara Municipal de Albufeira refere que o Jardim de Montechoro “faz parte da identidade de uma das principais zonas turísticas da cidade e das memórias de várias gerações de albufeirenses, que ao longo dos anos escolheram o local para marcar um dos dias mais importantes das suas vidas, nomeadamente como cenário privilegiado para as mais bonitas fotos de casamento”. A obra, uma vez concluída, irá contribuir para a melhoria da qualidade de vida da população, que desta forma recupera um espaço icónico de lazer e convívio, agora com a vantagem de ser um jardim totalmente inclusivo, cumprindo todas as regras atualmente definidas pela legislação em vigor em matéria de mobilidade, defende José Carlos Rolo. “Para além disso, é a imagem da cidade que sai a ganhar, com um espaço totalmente reabilitado, sendo de destacar que na execução do projeto houve uma enorme preocupação em manter a coesão da malha urbana existente, mais concretamente ao nível dos edifícios e da paisagem envolvente”, acrescenta.
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Intervenção adjudicada à empresa Martins Gago & Filhos tem um custo global de 736.430,60 euros e um prazo de execução de 270 dias. Segue-se adjudicação da requalificação da Mata do Liceu, a aguardar visto do Tribunal de Contas.

O Município de Faro assinou contrato de adjudicação da empreitada de requalificação da Alameda João de Deus, estando os trabalhos para arrancar a todo o momento. A intervenção foi adjudicada à empresa Martins Gago & Filhos, Lda., pelo montante global de 736.430,60 euros e tem um prazo de execução de 270 dias.
A requalificação daquele que é o maior e mais antigo jardim público da cidade de Faro, construído no final do século XIX, pretende melhorar o pavimento e os percursos de circulação pedonal, rearborizar e replantar espécies em mau estado ou perdidas, melhorar a iluminação, edificar novas casas de banho e áreas de serviço públicas e a montagem de mobiliário urbano mais resistente e esteticamente apelativo. (…)

Recorde-se que, além da Alameda João de Deus, a Câmara Municipal de Faro aprovou igualmente a adjudicação da empreitada de requalificação da Mata do Liceu, pelo montante de 1.049.140,87 euros, à empresa Arquijardim, S.A. No entanto, a consignação dos trabalhos aguarda visto do Tribunal de Contas, tendo em conta que os contratos com valor superior a 950 mil euros estão sujeitos à fiscalização prévia daquele órgão.
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O Município de São Brás de Alportel dá mais um passo inovador na área do ambiente com a implementação do novo projeto-piloto PAYT (Pay as You Throw) “Pague apenas o lixo que produz”, que tem início este mês de setembro em algumas urbanizações da vila.
A primeira fase do projeto que vai permitir analisar e avaliação da tarifa que atualmente se encontra em vigor relativa à deposição de resíduos urbanos abrangerá a Urbanização Fonte da Pedra, a Urbanização Xanabus e prédios vizinhos e a Rua Virgínia de Passos, totalizando 156 consumidores.

Cada consumidor/ agregado familiar vai ter uma chave de acesso e identificação que permite desbloquear as tampas dos contentores destinados à deposição de resíduos urbanos indiferenciados e dos ecopontos onde vão ser depositados os resíduos. Este processo permitirá avaliar a quantidade de resíduos depositados por chave de acesso.
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O projeto resulta de uma candidatura submetida pelo Município ao Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso dos Recursos do Fundo de Coesão e que foi aprovada e apoiada em 85%. O projeto tem um investimento total de 170.459,65 euros.

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O concelho de Olhão vai ser um dos pioneiros da agricultura hidropónica urbana, através da implementação de um projeto de empreendedorismo social denominado Agrolux. Em breve, a iniciativa da Autarquia e da cooperativa Grow in Peace, estará a funcionar em pleno num espaço às portas da cidade, no Sítio de Peares, que foi cedido para o efeito.

A iniciativa do Município de Olhão e da cooperativa de agricultores urbanos e periurbanos Grow in Peace consiste na instalação de uma estrutura com cerca de 2.500 m2, onde mais de duas dezenas de pessoas com algum tipo de incapacidade e desempregadas, desenvolverão o seu trabalho agrícola, através da ciência que permite cultivar plantas em altura apenas com água e nutrientes.
O contrato de comodato - através do qual o Município cede o terreno municipal situado perto da EN 125, na freguesia de Quelfes, à Grow in Peace -, foi assinado ontem pelo presidente do Município de Olhão, António Miguel Pina, e pela representante da Grow in Peace, Iracema Stramotas.

Esta aposta na área do emprego com “uma vertente de cariz social muito vincada”, como refere o autarca olhanense António Miguel Pina, conta com os apoios do programa Portugal Inovação Social e do Instituto Europeu de Inovação e Tecnologia (EIT). “Olhão está a caminhar para uma nova forma de interação em sociedade. Vamos criar a possibilidade de produzir alimentos, criar postos de trabalho e facilitar a inserção social de grupos de maior vulnerabilidade, motivando-os a serem produtores de hortofrutícolas”, destaca o edil.
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