O presidente da Comunidade Intermunicipal do Algarve (AMAL), António Pina, e o presidente do Turismo do Algarve, João Fernandes, contestam o plano de rotas aéreas para os próximos dois meses tornado público pela TAP, por não servir o principal destino turístico nacional.

«Antes da pandemia, a suposta companhia aérea de bandeira do país assegurava apenas 3 voos diários de Lisboa a Faro, numa tímida ponte aérea com o hub nacional. Quando a pandemia eclodiu na Europa, a TAP foi expedita a suprir as já reduzidas ligações ao Aeroporto Internacional de Faro e, de acordo com o plano agora apresentado, o reatar da atividade para o Algarve será muito lento, com apenas duas ligações diárias em julho», defendem João Fernandes e António Pina.

Para os presidentes do Turismo do Algarve e da AMAL, o plano de retoma de parte da operação anunciado segunda-feira pela companhia aérea TAP «não serve o Algarve, nem segue o exemplo das congéneres aéreas mundiais, que anunciaram uma retoma mais robusta da operação para a região», sustentam, citando como exemplo as companhias Edelweiss (com primeiro voo comercial Zurich-Faro a 28 de maio), Luxair Tours (voo Luxemburgo-Faro a 31 de maio) ou Transavia Netherlands (com operação Amesterdão-Faro a partir de 04 de junho).

«Felizmente, o Algarve tem-se destacado pelo interesse que gera em companhias aéreas e operadores turísticos além-fronteiras», como é o caso da Lufthansa, que vai retomar os voos para 20 destinos mundiais a partir de meados de junho, entre os quais Faro, mas isso não «invalida o facto de a companhia aérea que se diz nacional continuar a desconsiderar o Algarve nos seus planos, quando este é o maior destino de férias do país», concluem.   

 

Os primeiros 20 ventiladores e outros equipamentos adquiridos pela Comunidade Intermunicipal do Algarve (AMAL) foram ontem, dia 26 de maio, entregues ao Centro Hospitalar Universitário do Algarve (CHUA). A ocasião contou com a presença de vários autarcas da região, dos membros do Conselho de Administração do CHUA, de representantes do Algarve Biomedical Center (ABC), da ARS Algarve e do Reitor da Universidade do Algarve.

“O momento é simbólico e cheio de significado. É o cumprir da nossa promessa”, começou por dizer o presidente da AMAL, António Pina, para quem “se é verdade que os ventiladores não chegaram na altura em que a entrega estava acordada, o mais importante é que ainda não foram necessários”. Segundo o autarca, “este é um exemplo de cooperação e colaboração dos 16 municípios do Algarve, que, desde a primeira hora, se mostraram disponíveis para apoiar o CHUA e a Administração Regional de Saúde do Algarve no combate à pandemia”.
Agradecendo aos restantes autarcas o empenho nesta causa, o presidente da AMAL não quis também deixar de dirigir umas palavras a Nuno Marques, Presidente do ABC, “pela ajuda e apoio fundamentais em todo o processo de compra dos equipamentos e materiais necessários”.

Já Nuno Marques, considerou o apoio dos 16 municípios e da própria AMAL “crucial para que o Algarve se pudesse apetrechar para o combate a esta pandemia”, confessando que a compra dos ventiladores foi uma “negociação especialmente difícil, a exigir decisões tomadas ao minuto, resultado da variação constante dos preços”.

Também Ana Paula Gonçalves, Presidente do Conselho de Administração do CHUA, agradeceu a “generosa iniciativa da AMAL, que contribuiu para que o problema da ventilação no Algarve ficasse resolvido”. E acrescentou: “o nosso mandato, que está a terminar, ficará marcado por este momento, em que nunca se sentiu tanta preocupação com o SNS, uma colaboração tão forte entre instituições da área da saúde e uma articulação com outras entidades públicas. E também o envolvimento de entidades privadas, que também doaram materiais”.

Recorde-se que as 16 Câmaras Municipais do Algarve transferiram para o ABC cerca de dois milhões de euros (1.980.000,00€) para a aquisição de equipamentos e materiais necessários às unidades hospitalares da região no combate à COVID-19. Faziam parte da lista 30 ventiladores invasivos e material de proteção individual, como máscaras, luvas e fatos (que já tinham sido entregues). Também chegaram ontem bombas e seringas infusoras, monitores cardíacos e vídeolaringoscópios, que serão agora distribuídos pelos núcleos do CHUA - Faro e Portimão, de acordo com as necessidades. Os 10 ventiladores que ficaram em falta deverão chegar a Portugal no próximo voo vindo da China.

 

A Comunidade Intermunicipal do Algarve (AMAL) vai entregar amanhã, dia 26 de maio, 20 ventiladores invasivos ao CHUA - Centro Hospitalar Universitário do Algarve.

A entrega irá ocorrer pelas 15h00, no Hospital de Faro, e contará com a presença dos autarcas algarvios. Estes ventiladores, S1 100 Superstar, correspondem aos primeiros 20 dos 30 que foram adquiridos. Os restantes 10 deverão chegar ao nosso país através do próximo voo, o 9º do MS, da China para Portugal.

Recorde-se que as 16 Câmaras Municipais do Algarve transferiram para o Centro Académico de Investigação e Formação Biomédica do Algarve (ABC) cerca de dois milhões de euros (1.980.000,00€) para a aquisição de equipamentos e materiais necessários às unidades hospitalares da região no combate à COVID-19. Faziam parte da lista 30 ventiladores invasivos e material de proteção individual como máscaras, luvas e fatos.

O contributo da Comunidade Intermunicipal do Algarve resultou de uma reunião que a AMAL teve com a Administração Regional de Saúde do Algarve e com o Centro Hospitalar Universitário do Algarve, na qual manifestou a sua disponibilidade para ajudar em tudo o que estivesse ao seu alcance para colmatar eventuais necessidades no combate à COVID 19.

A Agência para a Gestão integrada de Fogos Rurais (AGIF) acaba de divulgar as "Recomendações operacionais para a prevenção e mitigação do impacto da Covid-19 nas atividades de prevenção, vigilância e supressão de incêndios 2020" e o "Guia operacional para minimizar impactos da Covid-19 nas atividades Sistema de Gestão Integrada de Fogos Rurais (SGIFR)".

No contexto da atual pandemia da COVID-19, as entidades responsáveis pela prevenção e supressão de incêndios rurais deverão acautelar a segurança dos seus operacionais, não constituir veículo de disseminação e assegurar o cumprimento da sua missão e objetivos. Para que todas as entidades do Sistema de Gestão Integrada de Fogos Rurais (SGIFR) adotem princípios e regras comuns são agora publicadas as recomendações para reduzir o risco de transmissão de vírus e mitigar eventuais impactos na atividade operacional e contribuir para procedimentos de manutenção de equipamentos e de instalações.

Os documentos foram elaborados seguindo as recomendações de várias entidades como a American Heart Association, Centers for Disease Control and Prevention, Direcção-Geral de Saúde (DGS), National Wildfire Coordinating Group, Organização Mundial de Saúde (OMS), U.S. Fire Administration e com a recolha de contributos junto da ANEPC, GNR, ICNF e FFAA.

Recorde-se, a propósito, que o Gabinete Florestal Intermunicipal da AMAL, financiado pelo Fundo Florestal Permanente, entrou em funcionamento a 1 de setembro de 2018, e a Brigada de Sapadores, composta por três equipas, está no terreno desde maio de 2019, estando atualmente, e dentro das suas competências, na preparação e planeamento de uma resposta efetiva em termos de defesa das florestas e do meio rural na região.

Recomendações para entidades do SGIFR (consulte AQUI)
Guia Operacional (consulte AQUI)

 

Terminado o estado de emergência os diversos setores da sociedade vão retomando as suas atividades. As bibliotecas não são exceção. A BIBAL – Rede Intermunicipal de Bibliotecas do Algarve começa agora a reabrir os seus equipamentos de forma faseada.

As bibliotecas privilegiam o contacto direto com os seus utilizadores e progressivamente retomam os serviços habituais. Para a definição de procedimentos a seguir nas bibliotecas, a Direção-Geral do Livro, Arquivos e Bibliotecas (DGLAB) produziu um documento com recomendações, baseando-se na legislação em vigor, nas diretivas da Direção-Geral de Saúde e em bibliografia especializada.
No decorrer do estado de emergência algumas bibliotecas do Algarve criaram o serviço take away de empréstimo de documentos que agora, gradualmente, tem sido adotado por outras. Assim, e com o início dependente dos condicionalismos locais, este serviço será retomado em todas as bibliotecas, mas sempre condicionado à utilização de máscara e a medidas de higienização. Posteriormente, e considerando sempre as condições de evolução da pandemia, os serviços das Bibliotecas serão, faseadamente, alargados respeitando sempre todas as medidas de segurança que garantam a saúde de quem trabalha e de quem se dirige a estes equipamentos.

Recorde-se que a BIBAL foi formalizada, em dezembro de 2018, através da assinatura de um Acordo de Cooperação pelas autarquias representadas na Comunidade Intermunicipal do Algarve, em parceria com a Biblioteca da Universidade do Algarve e a Direção-Geral do Livro, Arquivos e Bibliotecas. A Rede, que integra 25 bibliotecas municipais, 3 bibliotecas itinerantes e 3 bibliotecas universitárias, visa a cooperação entre as diferentes entidades tendo como finalidade o desenvolvimento de serviços em rede, numa lógica de partilha e optimização de recursos, visando a oferta de serviços comuns para a comunidade intermunicipal e a prestação de um serviço público de qualidade.

 

Os festivais de música de verão e outros eventos agendados até 30 de setembro não se vão realizar no Algarve. Os 16 municípios que integram a Comunidade Intermunicipal do Algarve (AMAL) tomaram, no dia 11 de maio, uma posição conjunta nesse sentido.

Indo ao encontro do que já tinha sido definido em Conselho de Ministros no passado dia 7 de maio, a AMAL decidiu, na reunião do Conselho, que todos os festivais de música e outros eventos que possam significar aglomerações de pessoas vão ser adiados para 2021. Considerando que se vive um momento de incerteza no quadro da pandemia da COVID 19, os autarcas algarvios continuam a assumir como prioridades prevenir a doença, conter a pandemia e salvar vidas.

Assim, Festivais como o do Marisco, da Sardinha, o MED, a Fatacil, os Dias Medievais, a Feira da Serra ou a da Dieta Mediterrânica, a Feira da Caça e Pesca, o Festival do Presunto, entre outros, só se realizarão no próximo ano. 

Os Municípios do Algarve decidiram ainda pela não realização de outros eventos de menor dimensão mas que impliquem grandes concentrações de pessoas. Os autarcas temem que a não realização de eventos de maior dimensão possam aumentar a procura dos outros eventos, o que poderá implicar terem uma afluência fora do habitual. No entanto, essa decisão pode não ser aplicada à totalidade dos eventos, e será tomada, caso a caso, e por cada um dos municípios, considerando a avaliação das condições da sua realização face à evolução da pandemia e às condições físicas dos mesmos.

 

A AMAL está a operacionalizar a execução do Plano Intermunicipal de Adaptação às Alterações Climáticas (PIAAC) ao nível da capacitação e comunicação. Nesse sentido, submeteu uma candidatura ao EEA Grants, através do projeto AwK – Adaptation with Knowledge, Climate Change.

A Comunidade Intermunicipal do Algarve (AMAL), na qualidade de entidade promotora do PIAAC, formalizou, no passado dia 30 de abril, uma candidatura ao EEA Grants. Este é o Mecanismo Financeiro Plurianual através do qual a Islândia, o Liechtenstein e a Noruega apoiam financeiramente os Estados membros da União Europeia com maiores desvios da média europeia do PIB per capita, como é o caso de Portugal.

Para potenciar o trabalho até aqui realizado, a AMAL submeteu uma candidatura no âmbito do projeto AwK – Adaptation with Knowledge, Climate Change, cuja principal missão é alterar comportamentos, gradual e progressivamente, de forma a melhorar a capacidade de adaptação da população às alterações climáticas. 

Através do AwK, a AMAL propõe capacitar equipas técnicas municipais para a implementação de estratégias nos seus territórios, bem como envolver a sociedade nos desafios ambientais que se colocam atualmente. Ou seja, estimular a ação individual e coletiva, ao informar e consciencializar cidadãos, comunidades e turistas sobre as consequências das alterações climáticas previstas no Algarve, sensibilizando-os para a necessidade de mudanças de comportamentos.
O projeto AwK vai decorrer de julho de 2020 a junho de 2022, sendo parceiros da AMAL a Região de Turismo do Algarve (RTA) e The Norwegian Association of Local and Regional Authorities (KS).

De salientar, no âmbito da execução do PIAAC, que a Comunidade Intermunicipal do Algarve é também uma das entidades que integram o grupo de trabalho para a elaboração do Plano Regional de Eficiência Hídrica do Algarve, sendo o principal foco a adoção de estratégias para otimizar o consumo de água, recurso essencial na região.

No próximo dia 8 de maio, o Conselho Intermunicipal reúne, a partir das 10h00, por videoconferência.
Conheça os assuntos que serão tratados.

Ordem de Trabalhos:
1. Unidades Móveis de Saúde – Ponto de situação; 
2. Convid-19 – Medidas excecionais e obrigatórias: 
2.1. Regime excecional de contratação pública e de autorização de despesa - Dr. Pedro Mota e  Costa – Dúvidas dos Srs. Presidentes; 
3. Plano de Recuperação do Algarve; 
4. Autoridade de Transportes:
4.1. Realização de serviços mínimos no Algarve -maio; 
4.2. 4.a Alteração ao Orçamento e 4.a alteração às GOP do ano de 2020; 
4.3. Ato de imposição de serviços mínimos de transporte - Eva; 
4.4. Ato de imposição de serviços mínimos de transporte - Frota Azul; 
5. Ecovia – eurovelo1 – Normalização da sinalética; 
6. Gabinete Florestal Intermunicipal/Brigada de Sapadores – Ponto de situação; 
7. Plano Regional de Eficiência Hídrica do Algarve – Relatório preliminar; 
8. PADRE – Projetos Intermunicipais – Gestão pelas ADL’s; 
9. Informações e outros assuntos de interesse para os Municípios. 

Faro, 30 de abril de 2020. 

Consciente do papel que assume na difusão e disseminação de conhecimento, a BIBAL – Rede de Bibliotecas do Algarve adaptou-se ao novo contexto trazido pela pandemia e encontrou novas formas de manter os bons hábitos de leitura. Também o Dia Mundial do Livro, que se comemora a 23 de abril, será assinalado de forma diferente.

Apesar de encerradas ao público, as bibliotecas da BIBAL continuam a oferecer diversos serviços, à distância de um clique. As horas do conto, sugestões de leitura, formação, divulgação de conteúdos informativos fidedignos (e-books, sites, notícias, etc.) são exemplos disso.
Quanto ao Dia Mundial do Livro, e não só, são diversas as atividades previstas. Os interessados podem consultar a página da Internet e a presença nas redes sociais de cada biblioteca. Também a Direção-Geral do Livros, dos Arquivos e das Bibliotecas, através do seu site (http://bibliotecas.dglab.gov.pt/pt/Paginas/default.aspx), divulga serviços e iniciativas de muitas bibliotecas em todo o País, que podem ser consultados em: //flipboard.com/@RNBP_DGLAB">https://flipboard.com/@RNBP_DGLAB>.

Recorde-se que a atual conjuntura fomentou a adoção de novas práticas de trabalho. As Bibliotecas têm-se adaptado a este novo contexto, com o apoio das soluções e plataformas, que desempenham um papel importante na difusão e disseminação da informação, contribuindo para a divulgação dos seus serviços, através de soluções como o Facebook, Instagram, repositórios, blogues, portais, entre outros recursos online. Nestes tempos insólitos, as Bibliotecas adaptam-se e continuam disponíveis para os seus utilizadores, oferecendo serviços, disponibilizando recursos e competências, e estando presentes … “à distância”.

A BIBAL (https://amal.pt/atividades/protocolos-e-parcerias/bibal-rede-de-bibliotecas-do-algarve), visando o desenvolvimento estratégico da Região no que se refere a serviços de biblioteca, foi formalizada através da assinatura de um Acordo de Cooperação pelas autarquias representadas na Comunidade Intermunicipal do Algarve – AMAL, em parceria com a Biblioteca da Universidade do Algarve e a Direção-Geral do Livro, Arquivos e Bibliotecas (DGLAB).
A Rede, que integra 25 bibliotecas municipais, 3 bibliotecas itinerantes e 3 bibliotecas universitárias, assenta na cooperação entre diferentes entidades e tem como finalidade o desenvolvimento de serviços em rede. Trata-se de uma lógica de partilha e otimização de recursos que garante a prestação de um serviço público de qualidade à população do Algarve.

A Comunidade Intermunicipal do Algarve - AMAL já começou a preparar a época de incêndios. Nesse sentido, a sua Brigada de Sapadores Florestais conta agora com mais um veículo especial para ajudar na defesa da floresta.

O Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) entregou esta semana à AMAL um trator com grade de discos, destroçador florestal e corta-matos para ajudar ao desempenho da Brigada Intermunicipal de Sapadores Florestais nos trabalhos que têm sido desenvolvidos ao longo dos últimos meses.Este importante contributo junta-se ao material de que a Brigada já dispõe para, dentro das suas competências, nomeadamente no âmbito de ações de silvicultura preventiva e de intervenção e emergência pós-fogo, conseguir estar em pleno trabalho de antecipação ao combate a incêndios, na preparação e planeamento de uma resposta efetiva em termos de defesa das florestas e do meio rural na região.

Recorde-se que a criação desta Brigada Intermunicipal decorre da Resolução de Conselho de Ministros n.º 157-A/2017, de 27 de outubro, que enfatiza, no capítulo referente ao aumento da resiliência do território, que se pretende “promover uma nova lógica de intervenção no território florestal, criando Gabinetes Técnicos Florestais Intermunicipais, alterando o patamar territorial de planeamento e dando capacidade de intervenção pública através da criação de Brigadas Especiais de Sapadores Florestais com competências, nomeadamente, no âmbito de ações de silvicultura preventiva e de intervenção e emergência pós-fogo”.

Esta disposição revela a importância que as Comunidades Intermunicipais passam a ter no âmbito do sistema, visando claramente o reforço da sua influência e da sua operacionalidade na promoção de políticas de carácter regional para a área da defesa das florestas e do meio rural.

Na Comunidade Intermunicipal do Algarve, o seu Gabinete Técnico Florestal Intermunicipal, financiado pelo Fundo Florestal Permanente, entrou em funcionamento a 1 de setembro de 2018, e a Brigada, composta por três equipas, está no terreno desde maio de 2019.

 

Estima-se que as emissões de CO2 diminuam, este ano, em cerca de 1600 milhões de toneladas devido à COVID-19. Um valor que representa uma redução de 4%, mas que ainda não permite alcançar a meta 6% ao ano, estipulada no Acordo de Paris. Quem o diz é o investigador e professor catedrático Filipe Duarte Santos, orador do Webinar que a AMAL – Comunidade Intermunicipal do Algarve promoveu ontem, dia 15 de abril, sobre as "Alterações Climáticas e COVID-19". 

A iniciativa, que contou com mais de 160 participantes, decorreu no âmbito do Plano Intermunicipal de Adaptação às Alterações Climáticas do Algarve (PIAAC). De acordo com os especialistas, há vários fatores que não vão sofrer alterações com a pandemia. Desde logo, o enquadramento geológico do Algarve, a subida do nível do mar, o regime previsto de tempestades ou a vulnerabilidade. Por isso, “é muito importante que continuemos a trabalhar na adaptação às alterações climáticas e mitigação, seguindo as estratégias já delineadas no PIAAC”, frisou Cristina Veiga Pires, professora da Universidade do Algarve. E acrescentou: “mesmo que tenhamos a consciência de que, depois do confinamento ditado pela COVID-19, há coisas que vão mudar, sabemos, por exemplo, que as prioridades e a disponibilidade financeira das instituições serão outras”.

Uma certeza corroborada por António Pina, Presidente da AMAL: “dentro de um a dois anos, Governantes e a própria sociedade civil terão como principais preocupações as questões socioeconómicas que resultam desta pandemia, mas não podemos baixar os braços e abandonar esta luta por um País mais saudável”. Segundo o autarca, a AMAL continuará a fazer o seu trabalho no âmbito da execução do PIAAC, pelo que “estão já a avançar os estudos para que se possam implementar algumas medidas no curto prazo, sendo o principal foco trabalhar para minimizar as perdas de água nas redes de distribuição urbanas, que no Algarve rondam os 30%, até porque a chuva dos últimos dias apenas dá uma segurança de dois a três meses no combate à seca que a região enfrenta atualmente”.

Apresentações: Filipe Duarte Santos / Luis Dias / Veiga Pires / Rui Lourenço

 

Que impacto terá a COVID-19 nas alterações climáticas? É para responder a esta pergunta que a AMAL- Comunidade Intermunicipal do Algarve promove, no próximo dia 15 de abril, o Webinar "Alterações Climáticas e COVID-19". Uma iniciativa no âmbito do Plano Intermunicipal de Adaptação às Alterações Climáticas do Algarve (PIAAC).

A pandemia COVID-19 tem condicionado, de forma restritiva, a vida de milhões de pessoas. Desde logo, o cancelamento de viagens, a redução de tráfego rodoviário ou um maior consumo doméstico de produtos, com reflexos na diminuição de emissões de gases de efeito estufa, bem como da poluição do ar e da água. Quais serão, afinal, os impactos ambientais da COVID-19 num mundo que tenta reduzir as alterações climáticas?  E terão as alterações climáticas influenciado o desenvolvimento da COVID-19? O que podemos aprender com esta realidade? E como tudo isto pode influenciar a região do Algarve? 

Estas e outras questões serão o foco do Webinar que a AMAL vai promover no próximo dia 15 de abril, entre as 15h00 e as 17h00, e que contará com oradores que se têm dedicado à investigação na área das alterações climáticas, em especial no Algarve (consultar PROGRAMA em anexo).

Recorde-se que António Guterres, Secretário de Estado das Nações Unidas, afirmou que, apesar da pandemia da COVID-19, as alterações climáticas não poderão ser deixadas para segundo plano porque “a magnitude de uma crise climática não tem comparação com o impacto temporário de uma pandemia. Não vamos combater as alterações climáticas com um vírus”.

Para participar, os interessados deverão inscrever-se, até dia 14 de abril, através do e-mail Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar., indicando o nome, entidade e e-mail, estando o número de participantes sujeito à capacidade da plataforma onde irá decorrer o webinar.

Consultar PROGRAMA AQUI

A AMAL - Comunidade Intermunicipal do Algarve vai assegurar, enquanto Autoridade de Transportes, o cumprimento dos serviços mínimos de Transporte Público Rodoviário de passageiros, nas condições que se considerem necessárias face à necessidade de adequação da oferta à procura.

Os operadores de transporte coletivo rodoviário de passageiros do Algarve - EVA Transportes e Frota Azul -, decidiram reduzir os quilómetros realizados diariamente, de forma a adequar a oferta à procura, alterada pela redução do número de utilizadores deste serviço. Estes operadores são responsáveis pela exploração de serviços de âmbito intermunicipal e municipal, tendo sido a competência da Autoridade de Transportes delegada pelos Municípios na AMAL.

Face às dificuldades sentidas e à redução de receita nas suas operações, a EVA Transportes e a Frota Azul procederam ao regime de lay-off de 50% dos seus funcionários desde o dia 1 de abril. Além disso, considerando que a receita atual não cobre as despesas associadas à realização dos serviços por si explorados, ponderam a paragem total das suas operações, caso não haja lugar a compensações financeiras.

Sendo o transporte de passageiros um serviço público essencial, a AMAL, na última reunião de 3 de abril, decidiu transferir a liquidez resultante da não utilização das verbas municipais afetas aos transportes escolares (atualmente suspensos) de cada município para a AMAL. Esta é a forma de financiar o pagamento das compensações necessárias e, assim, assegurar os serviços mínimos de transporte público rodoviário de passageiros, no volume e nas condições que se considerem necessários, adequando a oferta à procura.

A AMAL considera fundamental a adoção de medidas urgentes e extraordinárias para minimizar o impacto negativo na atividade dos operadores de transporte coletivo rodoviário de passageiros durante o Estado de Emergência, mantendo-se os serviços mínimos de transporte que assegurem a mobilidade dos cidadãos.

As 16 câmaras municipais do Algarve transferiram para o Centro Académico de Investigação e Formação Biomédica do Algarve (ABC) mais 600 mil euros para a aquisição de equipamentos e materiais necessários às entidades da Região. Uma verba a juntar aos 1.380.000,00€ que a AMAL - Comunidade Intermunicipal do Algarve já tinha disponibilizado para o combate à COVID-19.

A decisão foi tomada na última reunião do Conselho Intermunicipal, que decorreu no passado dia 3 de abril e visa garantir a aquisição dos 30 ventiladores invasivos já encomendados, tendo em conta que se verifica uma variação de preços no mercado. A verba vai permitir também adquirir mais material, a ser distribuído pelos concelhos, para responder às necessidades que de centros de saúde, corporações de bombeiros, IPSS´s e agentes da autoridade.

Recorde-se que a AMAL assinou, há cerca de duas semanas, um protocolo com o ABC para aquisição de 30 ventiladores invasivos, termómetros e material de proteção individual, de que são exemplos máscaras, luvas e fatos, destinados aos hospitais da Região.

A AMAL procura, assim, ajudar a responder à situação excecional que se vive, com a proliferação de casos registados de contágio de COVID-19 e que exige a aplicação de medidas extraordinárias e de caráter urgente. 

Os presidentes de câmara apelam, novamente, a toda a população do Algarve para que continue a assumir, nos seus hábitos e comportamentos, as recomendações da Direção-Geral da Saúde (DGS), com vista à sua própria proteção e à contenção da propagação (informação em https://www.dgs.pt/) e que cumpra o decretado no Estado de Emergência Nacional.

A Comunidade Intermunicipal do Algarve – AMAL suspendeu as suas iniciativas presenciais devido à pandemia, mas mantém a sua responsabilidade de trabalhar em prol da comunidade algarvia. Nesse sentido, entre as diversas medidas que tem tomado, vai agora promover duas iniciativas que visam esclarecer sobre os apoios existentes às empresas e a gestão municipal em tempo de crise.

Considerando a situação excecional que se está a viver decorrente da pandemia COVID-19 e consequente publicação de várias medidas de apoio extraordinário às empresas a AMAL entendeu ser oportuno e pertinente promover uma reunião da Rede INVESTALGARVE. 
Neste contexto está agendado um encontro on-line, para o próximo dia 2 de abril, no qual se pretende dar a conhecer aquelas medidas. No encontro, cujos participantes são as entidades que têm acompanhado este processo da rede regional de parcerias de apoio ao desenvolvimento económico, serão focados temas como o Financiamento - Linhas de Crédito; Medidas de flexibilização no âmbito dos sistemas de incentivos às empresas; Apoio à continuidade da atividade e emprego: layoff simplificado; Medidas da responsabilidade do Instituto do Emprego e Formação Profissional e Aplicação do estado de emergência. Os oradores convidados pertencem a instituições como o IAPMEI, RTA, IEFP e CRESC ALGARVE 2020.

Também neste mesmo dia, decorrerá uma Ação de Formação / Sessão de Esclarecimentos, também on-line, sobre o tema “Gestão Municipal em Período de Crise”, ministrada por Pedro Mota e Costa (Economista, Consultor de Finanças, Gestão e Contabilidade Pública). Esta iniciativa tem como pressupostos a situação excecional de saúde pública decorrente da pandemia, e as consequentes, extraordinárias, urgentes e oportunas intervenções dos Municípios em salvaguarda da saúde pública e ação social; e a publicação do Decreto-Lei n.º 10-A/2020, de 13 de março que estabelece medidas excecionais e temporárias de resposta à COVID-19, que terão, necessariamente, que articular-se com o quadro legal aplicável aos Municípios. A ação destina-se aos membros dos executivos, bem como a dirigentes ou outros elementos das autarquias com responsabilidade na área financeira.

Tendo suspendido as suas iniciativas presenciais devido à pandemia, a AMAL mantém a sua responsabilidade de trabalhar em prol da comunidade algarvia. 


Consultar Programa da Reunião Rede INVESTALGARVE AQUI 

Deferimento de prazos no pagamento das faturas da água, deferimento e/ou isenção de pagamento de rendas dos equipamentos públicos concessionados, isenção das taxas de Ocupação da Via Pública (OVP´s), de publicidade e na aplicação das taxas turísticas juntam-se às medidas que os municípios já estão a implementar no Algarve para aliviar o impacto da pandemia nas populações e atividades económicas locais.

Com o evoluir da situação da COVID-19, num contexto de incerteza, e de forma a acompanhar, nas matérias de competência municipal, aquelas que têm sido as orientações e decisões do Governo, os 16 municípios do Algarve têm adoptado diversas medidas de apoio às populações e empresários. Ontem, numa reunião da AMAL – Comunidade Intermunicipal do Algarve, foram tomadas mais algumas.

Neste sentido foi deliberado:
- deferir, até maio, os pagamentos das faturas de água (sendo que serão posteriormente criadas condições para serem pagas em prestações); 
- deferir e/ou isentar o pagamento de rendas em equipamentos públicos concessionados;
- isentar as taxas de OVPs (Ocupação de Via Pública) e taxas de publicidade;
- isentar a taxa turística nos municípios que as aplicavam e suspender o início da sua aplicação onde estava previsto. 

De ressalvar que cada município irá, em função da sua realidade e da sua capacidade financeira, adequar à especificidade de cada território, podendo aplicar medidas mais alargadas. A situação será regularmente acompanhada e no final de maio a necessidade de manter ou lançar novas medidas será equacionada. Refira-se em particular o município de Vila Real de Santo António que, por se encontrar sob intervenção do FAM, não poderá, para já, adoptar as medidas acima referidas encontrando-se, no entanto, a dialogar com aquela entidade a fim de lhe ser permitida a adoção de algumas medidas de apoio à população no contexto da pandemia.

De referir que a área respeitante ao apoio social tem sido a que tem merecido maior atenção e a primeira a ser tratada, sendo de sublinhar o esforço que todos os municípios estão a desenvolver no sentido de identificar a população mais vulnerável (os idosos, os portadores de doenças autoimunes, doenças crónicas, com mobilidade reduzida, os mais isolados, entre outros) para que não lhes falte apoios no sentido da aquisição e entrega de alimentos, produtos de higiene e medicamentos, permitindo que esta franja da população possa permanecer em casa. Esta medida tem sido desenvolvida com as próprias equipas das câmaras municipais, voluntários das IPSS´s, clubes desportivos, associações e outras entidades que têm demonstrado a sua disponibilidade para ajudar.

Outra das áreas que tem tido relevância diz precisamente respeito aos condicionalismos e apoio à atividade económica e, face aos efeitos das restrições ditadas pelo governo, será, em articulação com os tecidos empresariais dos concelhos, avaliada a possível implementação de medidas minimizadoras deste impacto. Para já, e no sentido de aliviar o impacto da pandemia nas atividades económicas locais, os executivos vão avançar com as medidas acima referidas. 

A AMAL sugere que os munícipes consultem os canais de comunicação de cada autarquia (sites institucionais, páginas de FB dos municípios) para conhecerem, detalhadamente, as medidas que estão a ser tomadas em cada território.

O foco continua centrado na proteção da saúde e bem-estar da população do Algarve, razão pela qual a Comunidade Intermunicipal do Algarve apela, uma vez mais, para que sejam cumpridas as recomendações da Direção-Geral da Saúde (https://www.dgs.pt/).

As 16 Câmaras Municipais do Algarve transferiram para o Centro Académico de Investigação e Formação Biomédica do Algarve (ABC) 1.380.000,00€ para a aquisição de equipamentos e materiais necessários às unidades hospitalares da região no combate à COVID-19. Fazem parte da lista 30 ventiladores invasivos, termómetros e material de proteção individual, como máscaras, luvas e fatos.

O contributo da Comunidade Intermunicipal do Algarve (AMAL) resulta da reunião que a entidade teve no passado dia 16 de março com a Administração Regional de Saúde do Algarve e com o Centro Hospitalar Universitário do Algarve, na qual manifestou a sua disponibilidade para ajudar em tudo o que estivesse ao seu alcance para colmatar eventuais necessidades no combate à COVID 19.
Com esta verba, o ABC encontra-se, neste momento, a ultimar os processos de aquisição dos equipamentos e materiais referidos.
A decisão da AMAL visa ajudar a responder à situação excecional que se vive, com a proliferação de casos registados de contágio de COVID-19, a qual exige a aplicação de medidas extraordinárias e de caráter urgente. Assim, a AMAL considera fundamental, num exercício solidário e supletivo, dotar o Serviço Nacional de Saúde com recursos materiais que permitam cumprir o desiderato de prevenção, contenção, mitigação e tratamento da infeção epidemiológica por COVID-19.

Os presidentes de câmara apelam, novamente, a toda a população do Algarve para que assuma, nos seus hábitos e comportamentos, as recomendações da Direção-Geral da Saúde (DGS), com vista à sua própria proteção e à contenção da propagação (informação em https://www.dgs.pt/) e que cumpra o decretado no Estado de Emergência Nacional.

 

Os presidentes das 16 autarquias do Algarve manifestaram à ARS Algarve e ao CHUA a sua disponibilidade para ajudar em tudo o que estiver ao seu alcance para colmatar eventuais necessidades no combate à COVID 19. A AMAL irá adquirir mais 30 equipamentos como os ventiladores invasivos para juntar aos quase 60 que o CHUA já tinha programado, o que permite quase triplicar a capacidade instalada na região.

A Comunidade Intermunicipal do Algarve (AMAL) reuniu no final do passado dia 16, com a Administração Regional de Saúde do Algarve e o Conselho de Administração do Centro Hospitalar Universitário do Algarve (CHUA) para fazer um ponto de situação sobre a evolução do novo coronavírus (COVID 19) na região.

Paulo Morgado, responsável pela ARS Algarve, a Ana Paula Gonçalves, Presidente do Conselho de Administração do CHUA, informaram sobre as medidas que foram, e estão a ser, implementadas nos Hospitais de Faro e Portimão nesta que já é a fase de mitigação, anunciando a criação de serviços de atendimento específico nas urgências dos dois hospitais e nas unidades de saúde de cuidados primários. Foram igualmente implementadas as teleconsultas e reduzido o número de cirurgias não urgentes.
Neste contexto, voltaram a apelar para a necessidade de sensibilizar as populações para reduzir ao indispensável as deslocações aos serviços de saúde, frisando que 80% da população infetada pelo novo coronavírus não necessitará de cuidados hospitalares uma vez que se prevê que tenham sintomas ligeiros e que poderão ser acompanhados a partir de casa.A preocupação centra-se agora nos restantes 20%, que necessitarão de cuidados acrescidos. Prevê-se que 5% do total de infetados precisará de ventilação (cujo aluguer de mais equipamentos desta natureza já foi contratualizado).
A colaboração com unidades privadas de saúde também tem sido articulada no sentido de se colmatar possíveis necessidades de equipamentos ou acomodação de doentes com outras patologias, porque, nesta fase, todos os doentes com a COVID 19 serão tratados no Serviço Nacional de Saúde.

Ainda que a ARS Algarve e o CHUA já tenham assegurado o aumento da sua capacidade de resposta no que diz respeito à criação de unidades de internamento (camas e equipamentos) para receber doentes infetados pelo coronavírus, os autarcas do Algarve, preocupados com a situação que se vive atualmente, e com as suas populações, comprometeram-se nesta reunião a desenvolver todos os esforços possíveis ao seu alcance para aumentar os meios logísticos que o CHUA vai começar a instalar a partir desta quarta-feira. A AMAL está ao lado das entidades de saúde e disponível para, aos quase 60 ventiladores invasivos que o CHUA já tinha programado, financiar mais 30 permitindo quase triplicar a capacidade atual instalada.

A AMAL deixa o seu agradecimento público por todo o empenhamento, esforço e dedicação demonstrados por todos os profissionais de saúde neste combate.
Os presidentes de câmara apelam, igualmente, a toda a população do Algarve para que assuma, nos seus hábitos e comportamentos, as recomendações emanadas pela Direção-Geral de Saúde (DGS), nomeadamente as regras básicas de higiene pessoal e de recato social, evitando deslocações desnecessárias a serviços, com vista à sua própria proteção e à contenção da propagação (informação em https://www.dgs.pt/).

A Comunidade Intermunicipal do Algarve reuniu hoje, dia 12, na sede da AMAL, para concertar posições no que diz respeito ao reforço de medidas de prevenção do novo coronavírus (COVID 19). Os presidentes de câmara apelam, em primeira instância, a toda a população do Algarve para que assuma, nos seus hábitos e comportamentos, as recomendações emanadas pela Direção-Geral de Saúde (DGS), nomeadamente as regras básicas de higiene pessoal e de recato social, evitando deslocações desnecessárias a eventos ou serviços, com vista à sua própria proteção e à contenção da propagação (informação em https://www.dgs.pt/).

Nesta reunião, e no âmbito das competências dos municípios, foi decidido pugnar pelos cuidados que podem ser, no curto prazo, prestados às populações, sempre tendo como base a prevenção e contenção da propagação do vírus, nomeadamente:
- ativar todos os Planos Municipais de Contingência aprovados;
- encerrar ao público todos os equipamentos culturais, desportivos e similares;
- suspensão de atividades culturais, desportivas e outras;
- suspensão do funcionamento de feiras e mercados não alimentares;
- encerrar e/ou reduzir o atendimento técnico e atendimento presencial ao público nos serviços municipais apelando à comunidade para que não se dirija a estes serviços, a não ser que seja estritamente indispensável, sendo que serão criadas formas alternativas desmaterializadas para o efeito (criação de endereços de email / nºs de telefone  e, quando possível, vídeochamadas). 

Estas medidas terão efeitos imediatos, em todos os municípios, sendo que a situação será regularmente avaliada e ajustada às necessidades de cada momento, sempre em articulação com as entidades competentes. De ressalvar que, em cada um dos concelhos, existirão medidas complementares adequadas a cada uma das realidades municipais.

Para este sábado está também já agendada uma reunião com a ARS Algarve para se discutir os próximos passos a tomar e na qual os autarcas apresentarão a sua total disponibilidade para colaborar.

Reforce-se que estas são medidas de exceção, sendo que a AMAL está, prioritariamente, preocupada com a população do Algarve, reforçando a necessidade para que a mesma siga as recomendações emanadas pela DGS, apelando igualmente ao bom senso e que a comunidade algarvia mantenha a serenidade no que diz respeito a este assunto.

 

ATUALIZAÇÃO: Informa-se que esta Ação de Formação foi adiada. A nova data será oportunamente anunciada.


A Comunidade Intermunicipal do Algarve (AMAL) e a Câmara Municipal de Loulé, em parceria com a Direção Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV) promovem, no próximo dia 25 de março, uma ação de formação respeitante ao Plano de Ação para a Vigilância e Controlo da Vespa Velutina em Portugal.

A iniciativa vai decorrer, entre as 10h00 e as 17h00, no Auditório da Escola Secundária de Loulé e destina-se, principalmente, a técnicos das Câmaras Municipais ligados aos Gabinetes Técnico Florestais e Serviços Municipais de Proteção Civil, GNR, Bombeiros, Sapadores Florestais, Vigilantes da Natureza e técnicos de organizações de apicultores.
Na parte da manhã, decorrerão os Módulos I – A Vespa Velutina e Módulo II – Sistemas de Vigilância. Para a parte da tarde estão previstos o Módulo III – Comunicação de suspeitas (plataforma SOS Vespa) e o Módulo IV – Métodos de destruição.

A inscrição para esta ação de formação é gratuita, ainda que seja necessário o envio de Ficha de Inscrição devidamente preenchida e assinada para o email Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar., até ao próximo dia 20 de março.
Recorde-se que esta já é a segunda ação respeitante a este tema, sendo que a primeira decorreu em fevereiro, no concelho de Monchique.


FICHA de INSCRIÇÃO