Entrou em vigor o Plano de Urbanização de Tavira (PUT), tendo a sua publicação, em Diário da República, ocorrido no dia 24 de agosto.
Com o objetivo de garantir maior visibilidade, interação e transparência, o Município disponibiliza, através do Portal de Mapas, o acesso interativo ao PUT, na lista de temas “Planeamento e Urbanismo” (https://mapas.cm-tavira.pt/site/app#planos).

Para os utilizadores mais frequentes encontra-se, ainda, disponível uma nova aplicação avançada de confrontação de Planos Territoriais (https://mapas.cm-tavira.pt/site/app#confrontation2) que permite identificar, em função da área de pretensão, os temas das peças gráficas, métricas e indicadores importantes para a compreensão das informações geradas e a seleção do regulamento aplicável.

O PUT constitui um instrumento de gestão territorial que responde às necessidades atuais, ao modelo territorial definido e aos regimes de salvaguarda, preservação e valorização dos elementos na área de incidência, em particular, o património, ficando assim o Município dotado de um plano atualizado, compatibilizado com as exigências legais vigentes e com o rigor exigido.

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Com o atual contexto pandémico e o cancelamento de quase todos os eventos da agenda cultural e desportiva, o Município de Castro Marim procurou novas formas de se promover.
Para as marcas e plataformas de vendas, a alteração dos hábitos de consumo dos portugueses durante o confinamento traduziu-se num investimento online e Castro Marim seguiu esta tendência, retomando o seu portal Local Market (www.castromarimlocalmarket.com) e permitindo assim a compra de muitos produtos e artesanato local.

O Local Market é um desafio e traz novas oportunidades aos nossos produtores e artesãos, quer na promoção e salvaguarda de técnicas artesanais ancestrais, quer no escoamento da produção, internacionalizando e aumentando exponencialmente o público das suas vendas.

À venda estão o sal de Castro Marim, “o melhor sal do mundo”, e a flor de sal, artesanato (cestaria, bilros, etc), mel e doces, temperos, conseguidos através da mistura de ervas do território do Baixo Guadiana, conservas de fabrico artesanal, espirituosas aguardentes algarvias, como as de figo e de medronho, doçaria, queijos, enchidos, sabonetes, entre outros artigos que pode consultar no portal. 
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O Município de São Brás de Alportel dá mais um passo inovador na área do ambiente com a implementação do novo projeto-piloto PAYT (Pay as You Throw) “Pague apenas o lixo que produz”, que tem início este mês de setembro em algumas urbanizações da vila.
A primeira fase do projeto que vai permitir analisar e avaliação da tarifa que atualmente se encontra em vigor relativa à deposição de resíduos urbanos abrangerá a Urbanização Fonte da Pedra, a Urbanização Xanabus e prédios vizinhos e a Rua Virgínia de Passos, totalizando 156 consumidores.

Cada consumidor/ agregado familiar vai ter uma chave de acesso e identificação que permite desbloquear as tampas dos contentores destinados à deposição de resíduos urbanos indiferenciados e dos ecopontos onde vão ser depositados os resíduos. Este processo permitirá avaliar a quantidade de resíduos depositados por chave de acesso.
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O projeto resulta de uma candidatura submetida pelo Município ao Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso dos Recursos do Fundo de Coesão e que foi aprovada e apoiada em 85%. O projeto tem um investimento total de 170.459,65 euros.

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O concelho de Olhão vai ser um dos pioneiros da agricultura hidropónica urbana, através da implementação de um projeto de empreendedorismo social denominado Agrolux. Em breve, a iniciativa da Autarquia e da cooperativa Grow in Peace, estará a funcionar em pleno num espaço às portas da cidade, no Sítio de Peares, que foi cedido para o efeito.

A iniciativa do Município de Olhão e da cooperativa de agricultores urbanos e periurbanos Grow in Peace consiste na instalação de uma estrutura com cerca de 2.500 m2, onde mais de duas dezenas de pessoas com algum tipo de incapacidade e desempregadas, desenvolverão o seu trabalho agrícola, através da ciência que permite cultivar plantas em altura apenas com água e nutrientes.
O contrato de comodato - através do qual o Município cede o terreno municipal situado perto da EN 125, na freguesia de Quelfes, à Grow in Peace -, foi assinado ontem pelo presidente do Município de Olhão, António Miguel Pina, e pela representante da Grow in Peace, Iracema Stramotas.

Esta aposta na área do emprego com “uma vertente de cariz social muito vincada”, como refere o autarca olhanense António Miguel Pina, conta com os apoios do programa Portugal Inovação Social e do Instituto Europeu de Inovação e Tecnologia (EIT). “Olhão está a caminhar para uma nova forma de interação em sociedade. Vamos criar a possibilidade de produzir alimentos, criar postos de trabalho e facilitar a inserção social de grupos de maior vulnerabilidade, motivando-os a serem produtores de hortofrutícolas”, destaca o edil.
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Paderne é uma das quatro aldeias algarvias que viram aprovada a sua pré-candidatura com vista a integrar o projeto “Aldeias de Portugal”.
Alte, em Loulé, Cachopo, em Tavira, e Parises, em São Brás de Alportel completam o leque das aldeias que foram pré-selecionadas para fazer parte da rede nacional de aldeias autênticas, genuínas e com potencial turístico no território do Interior do Algarve Central. Agora o Município de Albufeira e a In Loco têm dois anos para preparar a candidatura ao título “Aldeias de Portugal”.

O presidente da Câmara Municipal de Albufeira, visivelmente satisfeito com a notícia, referiu que “se trata de mais um motivo de orgulho para o concelho”, recordando que já em 2017, Paderne foi finalista do concurso “7 Maravilhas de Portugal”, na categoria Aldeia Rural. “Paderne é uma freguesia com enorme potencial turístico, sob o ponto de vista dos recursos naturais e paisagísticos, mas também pelo seu legado histórico, patrimonial e cultural, tão rico em tradições, usos e costumes que é necessário preservar e transmitir às futuras gerações”. José Carlos Rolo sublinhou a importância do projeto, não só sob o ponto de vista promocional e da valorização do património local, mas sobretudo pelo que significa em termos da fixação e rejuvenescimento das populações, reforço da identidade cultural, criação de emprego e melhoria da qualidade de vida dos habitantes de Paderne.
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Desde 2014 que o Município de Monchique tem vindo a promover o estudo e a valorização do emblemático Sítio Arqueológico do Cerro do Castelo de Alferce. Com efeito, têm sido concretizadas diversas ações de investigação e de divulgação, destacando-se a intervenção arqueológica realizada em agosto de 2017 e os trabalhos de prospeção geofísica efetuados em setembro de 2019, cujos resultados foram publicados conjuntamente numa revista da especialidade. 

Trata-se de um povoado fortificado que encerra uma área intramuros com aproximadamente 9,1 hectares, composto por três recintos amuralhados não concêntricos, que seria o centro de um território militar e de uma microrregião. O comummente designado castelo de Alferce corresponde ao primeiro de dois recintos fortificados que compõem a fortificação islâmica que coroa o cerro e que, no estado atual de conhecimento, deduz-se que terá sido construída no século IX e terá estado em atividade até ao século XI.

No passado mês de maio foi submetido à Direção-Geral do Património Cultural um Projeto de Investigação Plurianual em Arqueologia (PIPA) intitulado “Da Pré-história Recente ao Medieval Islâmico: antigas ocupações humanas no Cerro do Castelo de Alferce”. Trata-se de um projeto de investigação promovido pelo Município de Monchique, em parceria com a Universidade do Algarve, a Universidade de Évora e o Campo Arqueológico de Mértola, que conta com o apoio de várias entidades, por exemplo, a Junta de Freguesia de Alferce e a Direção Regional de Cultura do Algarve. Nesse âmbito, foi reunida uma equipa de investigação multidisciplinar composta por investigadores com diversas competências técnico-científicas.
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