O Instituto nacional de Estatística (INE) divulgou no dia 12 de novembro os indicadores do poder de compra per capita (IpC), relativos a 2017, tendo Faro passado de 6.º concelho do país (2015) para o 5.º lugar (2017), e aumentado o valor de 132,1 para 132,5, tomando Portugal como valor de referência (100). Para nota, os primeiros 4 classificados são Lisboa, Porto, Oeiras e São João da Madeira.(…)

Aprofundar uma nova definição de “museu”, será um dos momentos relevantes das próximas Jornadas da Rede de Museus do Algarve, a ter lugar a 18 de novembro, em Albufeira, no Auditório Municipal. Esta terceira edição vai juntar especialistas e responsáveis por diversos museus, do país e da região, com uma vasta agenda de reflexões, nomeadamente as que se referem ao conceito de “Museus como plataformas culturais”. A participação é gratuita, mas sujeita a inscrição, no sítio electrónico da Rede de Museus do Algarve.

A 5.ª edição, o Encontro Internacional Poesia a Sul, voltou a marcar o panorama literário internacional e consolidou Olhão como a capital internacional da poesia. A iniciativa do Município de Olhão, que contou, mais uma vez, com o apoio do Programa 365 Algarve, trouxe ao concelho 73 participantes de 24 países, para momentos de partilha de experiências e de intercâmbio cultural com os olhanenses, ao longo dos 10 dias do evento.

Realizada pela primeira vez no sul do país, a Bienal Ibérica de Património Cultural teve lugar no passado fim de semana (dias 11, 12 e 13 de outubro), em Loulé. Para além de vários seminários e inovattion points onde profissionais e especialistas de diferentes entidades ligadas ao setor puderam trocar experiências e partilhar ideias, esta foi igualmente uma oportunidade para o público em geral vivenciar o património cultural de uma forma diferente, aprofundando o seu conhecimento sobre o mesmo.
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Sob o tema da “Sustentabilidade”, como Catarina Valença Gonçalves, responsável da Spira – agência de revitalização patrimonial ,  disse “não é mais do que o ADN no património cultural, renovando-se, reciclando-se, adaptando-se ao longo dos anos, sempre atendendo à sua preservação futura”, o evento estendeu-se entre um espaço expositivo localizado junto ao Monumento Engº Duarte Pacheco, o Palácio Gama Lobo,  o Museu Municipal de Loulé, o Convento do Espírito Santo, o Auditório do Solar da Música Nova, o Solar da Música Nova, Mercado Municipal e o Cine-Teatro Louletano.
Com uma programação cultural diversificada, assente no património, nas tradições, nas artes, dirigida a um público heterogéneo, as propostas foram bastante bem recebidas quer pelos louletanos, quer por todos aqueles que visitaram o concelho durante esta Bienal.
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“Que júbilo para um autarca como eu, que nutre um imenso respeito e uma indescritível paixão pelo património cultural desta terra, poder abrir as portas da cidade (e da região) para acolher este grande evento que promove o património cultural como motor de desenvolvimento social, cultural e económico dos territórios, mas também educacional e de paz”, sublinhou o presidente da Autarquia, Vítor Aleixo. O edil referiu a importância deste evento no contexto internacional já que permitiu “reatar as ligações entre os países e as culturas, redescobrir as nossas raízes e festejar a nossa identidade”.

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O Centro de Recuperação e Investigação de Animais Selvagens (RIAS), com sede em Olhão, celebrou, nos dias 28 e 29 de setembro, o seu 10º aniversário com um conjunto de atividades abertas a toda a população. O ‘hospital dos animais selvagens’ já acolheu mais de 14 mil espécies desde a sua fundação, das quais mais de 5.500 foram devolvidas à natureza.
Tratamento e devolução de animais à natureza, construção de poleiros e de caixas-ninho para aves, observação noturna de insetos ou necrópsias demonstrativas foram algumas das atividades realizadas durante estes dois dias, que cativaram muitos amigos do RIAS.

A iniciativa, que contou com o apoio do Município de Olhão, decorreu na Quinta de Marim - onde se situa a sede do Parque Natural da Ria Formosa -, tanto na sede do RIAS como no Auditório do Parque Natural da Ria Formosa e no Parque de Merendas ali existente, que também acolheu espetáculos de dança e concertos.

“Mostrar o trabalho que é feito todos os dias” foi, de acordo com a coordenadora daquela instituição, Fábia Azevedo, a intenção dos responsáveis do RIAS com este fim de semana especial, repleto de atividades destinadas a todos os amigos dos animais. (...)

O RIAS, a funcionar desde 2009, já realizou cerca de 3.000 atividades de sensibilização ambiental, que envolveram mais de 160 mil pessoas de todo o Algarve, maioritariamente crianças.

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