Nos próximos dias 18 e 19 de setembro, a AMAL – Comunidade Intermunicipal do Algarve participa, em Évora, numa reunião que vai definir o calendário e ações a desenvolver para a concretização do projeto Magalhães, que representa um investimento, até 2021, superior a 27 milhões de euros.

A AMAL é uma das entidades responsáveis pela aposta numa rede de cooperação transfronteiriça, na área do empreendedorismo, através da criação do Centro de Empreendimento de Indústrias Culturais e Criativas (Centro Magalhães), para consolidar e a promover uma oferta cultural inovadora no seio da EURORREGIÃO Alentejo-Algarve-Andaluzia - EURO_AAA.

A cooperação nesta área específica fundamenta-se nas raízes históricas, patrimoniais e culturais, ligadas aos descobrimentos, comuns às três regiões envolvidas, bem como à presença de um tecido produtivo de baixa densidade no conjunto do território da EURO_AAA. Este tipo de indústrias elege-se como um dos motores da mudança do tecido produtivo das zonas mais desfavorecidas e são geradores de emprego com benefício direto para a população residente.

Este projecto, co-financiado pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional FEDER através do Programa Interreg V- A Espanha-Portugal (POCTEP) 2014-2020, prevê a criação do Centro Magalhães, em Sevilha, e de vários Polos, no Algarve e no Alentejo. Além disso, pretende-se ainda recriar a rota efetuada pelo Fernão de Magalhães na primeira circum-navegação do globo, assinalando assim os 500 anos desta façanha.  

No âmbito do projeto Magalhães, a AMAL – Comunidade Intermunicipal do Algarve será responsável pela execução de um programa de capacitação, através da realização de eventos de apresentação e aperfeiçoamento de ideias e de capacitação de potenciais empreendedores, no domínio das indústrias criativas e culturais, elaboração do guia de apoio ao Empreendedor Cultural, criação e colocação em funcionamento do Observatório transfronteiriço das indústrias criativas e culturais bem como pela realização de uma Feira de Inovação Cultural.


Informação Complementar:

Entidade beneficiária principal | Gerencia de Urbanismo, Ayuntamiento de Sevilla

Entidades beneficiárias | Universidade de Évora, Associação Portuguesa de Treino de Vela (APORVELA), Direção Regional de Cultura do Alentejo (DRC Alentejo), Direção Regional de Cultura do Algarve (DRC Algarve), Andalucia Emprende-Fundación Pública Andaluza, Instituto da Cultura e das Artes de Sevilha (ICAS), Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve (CCDR Algarve), Cooperativa para o Desenvolvimento dos Territórios da Baixa Densidade (QRER), Comunidade Intermunicipal do Algarve (AMAL), Agencia Andaluza de Instituciones Culturales (AAIICC).

Informação detalhada sobre o projecto em http://www.poctep.eu/pt-pt/2014-2020/centro-magallanes-para-el-emprendimiento-de-industrias-culturales-y-creativas

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O Prémio Nacional de Poesia António Ramos Rosa – VII edição - foi atribuído ao poeta Gastão Cruz pela sua obra Existência, por decisão unânime tomada ontem, dia 3 de Setembro, pelo júri constituído pela crítica literária e dinamizadora de comunidades de leitura do nosso país, Helena Vasconcelos, pelo poeta e professor universitário Fernando Pinto do Amaral e pelo professor universitário da Universidade do Algarve João Minhoto Marques.

A elevada qualidade de um número significativo das obras a concurso dificultou as deliberações por parte dos membros do Júri. A escolha de Existência de Gastão Cruz, publicado em 2017 pela Assírio & Alvim, acabou por se impor. A decisão do júri fundamentou-se no reconhecimento da “… excelência de uma obra perfeitamente trabalhada, em que o autor leva a cabo uma profunda meditação sobre o drama existencial, sobre a vivência poética, sobre o caminho percorrido por alguém que se tem dedicado, por completo, a um estudo e questionamento permanente do «ser poético»”.(…)
A entrega do Prémio realizar-se-á no próximo dia 19 de outubro, pelas 16h, na Biblioteca Municipal de Faro António Ramos Rosa. 

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Foi ratificada, na última reunião do executivo lacobrigense, a assinatura de um contrato interadministrativo a celebrar entre o Município e a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) que tem como objetivo a realização de ações de reabilitação e recuperação do cordão dunar da Meia Praia.
Esta decisão tem na sua base a constatação do estado de degradação do importante cordão dunar de 5 km de extensão, compreendido entre o sapal da Ria de Alvor e a Ribeira de Bensafrim, situação provocada não só pelo efeito das condições meteorológicas e naturais, mas também pela ação humana.
Ciente do valor que este troço da costa representa em termos paisagísticos, mas também como barreira à progressão do mar, o Município estabeleceu como prioritária a prevenção e a gestão de riscos costeiros associados à instabilidade das dunas e promoveu, nesse âmbito, a elaboração do Anteprojeto para a “Reabilitação e Recuperação do Cordão Dunar da Meia Praia”.

A oportunidade de concretizar esta intervenção surge agora com a possibilidade do Município apresentar candidatura ao Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos (PO SEUR) - Ações de Proteção do Litoral, a qual impõe a celebração de um Contrato Interadministrativo de cooperação técnica com a Agência Portuguesa do Ambiente (APA), entidade que tem a competência de executar os estudos e as obras necessárias e indispensáveis de defesa ativa do litoral.

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A presidente da Câmara Municipal de Portimão, Isilda Gomes, vai representar os municípios do Algarve no Conselho Consultivo do Hospital Universitário da região, numa escolha que surge através dos autarcas do Conselho Intermunicipal da AMAL.

Isilda Gomes vai defender os interesses de todos os municípios do Algarve na construção de um novo Hospital Central e na alteração do atual modelo de prestação de cuidados hospitalares no Algarve que, ao longo dos últimos anos, tem vindo a degradar-se, apesar de todo os investimentos feitos.

Para Isilda Gomes, “a região tem que ser vista como um todo e numa ótica de colaboração entre todos os seus autarcas. Os autarcas articular-se-ão, envolver-se-ão e trabalharão em conjunto com outras entidades públicas estratégicas da área da saúde no Algarve porque só assim seremos capazes de fazer valer os interesses regionais. Este é um tema que merece da nossa parte uma reflexão séria e sem reservas”.

Para a nova presidente do Conselho Consultivo do Hospital Universitário do Algarve, a construção de um hospital central, dotado de todas as valências e tecnologia de ponta, que evite as constantes viagens dos doentes para outros pontos do país, é um objetivo primordial a que se junta a aposta na inovação e melhoria dos cuidados de saúde, alicerçada num Centro Hospitalar Universitário que reforce a agregação entre os seus três pólos e a Universidade do Algarve, aproveitando as sinergias criadas com o Centro Académico Clínico e o Curso de Medicina.

Em relação ao Hospital de Portimão, vai defender que este assuma a sua posição estratégica, com uma administração própria, à semelhança do que existia antes da fusão, com um reforço objetivo das valências que possui evitando desta forma também a saturação do Hospital Central a curto prazo. Os cuidados adequados, de elevada qualidade e de proximidade aos utentes da região do Barlavento, deverão ser garantidos e reforçados de forma contínua e progressiva.

Sobre o atual Hospital de Faro, este deve continuar na área da saúde, havendo valências para o qual deve ser vocacionado, nomeadamente na prestação de cuidados a doentes com patologias mais leves e prolongadas, devendo ainda disponibilizar consultas de especialidades e exames complementares de diagnóstico e terapêutica, num modelo inovador que reforce de forma clara e objetiva a capacidade de resposta do SNS aos seus utentes no Algarve.

Decorrerá, no dia 10 de setembro em Faro, nas instalações da CCDR do Algarve, um Seminário de apresentação de boas práticas em matéria de gestão de Resíduos de Construção e Demolição (RCD), com o objetivo de melhorar a gestão desta tipologia de resíduos, bem como discutir a circularidade possível e necessária no sector da construção. Debater-se-á, neste âmbito, a implementação de um modelo de Economia Circular no sector da construção, que previna a produção de RCD e incentive a sua valorização, contribuindo para o fecho do ciclo dos materiais.

O sector da construção civil é responsável por uma parte muito significativa dos resíduos produzidos em Portugal, situação comum à generalidade dos demais estados-membros da União Europeia em que se estima uma produção anual global de 100 milhões de toneladas de resíduos de construção e demolição (RCD). Para além das grandes quantidades que lhe estão associadas, estes resíduos apresentam outras particularidades que dificultam a sua gestão, de entre as quais se destacam a sua constituição heterogénea com frações de dimensões variadas e os diferentes níveis de perigosidade de que são constituídos.

A atividade da construção civil apresenta, em si própria, também algumas especificidades, tal como o caráter geograficamente disperso e temporário das obras, que dificultam o controlo e a fiscalização do desempenho ambiental das empresas do sector.

A difícil quantificação, a deposição não controlada e o recurso a sistemas apoiados em tratamentos de fim de linha que ainda se verificam, consubstanciam constrangimentos inerentes à gestão deste fluxo que se intensificam face às características referidas. Estas práticas, conducentes a situações ambientalmente indesejáveis e incompatíveis com os objetivos nacionais e comunitários em matéria de desempenho ambiental, determinaram a necessidade de proceder a um disgnóstico da situação sobretudo ao nível da gestão efetuada nas obras particulares sob a responsabilidade municipal. Para o efeito foram elaborados inquéritos às Câmaras Municipais e efetuados seminários regionais para discussão conjunta dos obstáculos e condicionantes identificados pelos municípios.

Ponderados os resultados obtidos importa divulgar um conjunto de boas práticas e analisar eventuais soluções a implementar para melhorar esta gestão.

- 10 de setembro, Edifício-sede da CCDR-Algarve – Programa | Inscrições

 

A Conferência Internacional sobre Competitividade das Áreas Empresariais do Algarve realiza-se no dia 19 de setembro, pelas 14h00, no NERA – Associação Empresarial do Algarve, em Loulé. A sessão de encerramento contará com a presença de Nelson de Souza, Ministro do Planeamento.

A Conferência tem como objetivo promover o incremento da competitividade das Áreas Empresariais do Algarve e do seu tecido empresarial, através da disseminação de informações relevantes que potenciem o desenvolvimento de processos inovadores, bem como refletir sobre o futuro das Áreas Empresariais em Portugal e no Algarve e conhecer novas tendências, nacionais e internacionais, na gestão destes espaços.

Esta iniciativa insere-se no âmbito do Projeto Algarve REVIT +, cofinanciamento do CRESC Algarve 2020 | Portugal 2020, promovido pelo NERA – Associação Empresarial da Região do Algarve, em parceria com a AMAL - Comunidade Intermunicipal do Algarve e com a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve, que tem como objetivo revitalizar as Áreas Empresariais da Região do Algarve, através do reforço da capacitação e da promoção das PME instaladas nessas áreas, num modelo de gestão e de marketing inovadores.

Atendendo a que a lotação para a Conferência é limitada solicita-se inscrição até ao próximo dia 12, através do Formulário abaixo indicado:
INSCRIÇÃO PARA A CONFERÊNCIA

O programa da iniciativa pode ser consultado aqui.

Para mais informações e esclarecimentos, consulte o site: www.aealgarve.pt, ou contacte os Serviços do NERA através do telefone 289 41 51 51 ou e-mail: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

 

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